sexta-feira, 20 de maio de 2011
TIÊTE ESPERANÇA APARECIDA EM 2010
O AMOR,A PAZ E O SIM
Há 21 anos atrás Deus fez um chamado, levantando um grande profeta pai de uma
grande nação.
Foi seu SIM, que deu
início a um tempo novo ao se deixar guiar pelo Espírito.
Ele mostrou que só o AMOR... MUDA TUDO...
Esse é nosso Pai: PADRE PALMIRO CARLOS PAES
Uma igreja renovada...
Vida,Missão,Doação,Vocação.
Somos guiados por tuas mãos e tuas palavras.
Filhos,Amigos, Irmão.
Aprendemos a força e o valor da oração e da união.
Com seu exemplo, entendemos que o perdão é o caminho...
E melhor que dar é dividir,transmitir gestos de Amor.
Aprendemos que a familia é o berço onde Deus quer habitar.
Seremos eternamente gratos,porque seu SIM à igreja,se fez em nós...
O senhor há de continuar à acender a chama da vida.
Fazendo a terra feliz.
Ensinando que proteger a familia é rezar por ela.
Seremos sempre seus filhos...
Estaremos sempre unidos...
Lutando para ser de cristo!
Obrigada por tudo ísso!
Nós te amamos!!!
LUGAR ONDE A ORAÇÃO É A NOSSA FORÇA!
IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA (MC16,15)
Que Deus continue sempre fortalecendo a sua fé nessa caminhada tão
grandiosa para o Senhor nosso Deus, que continue derramando sua benção e seja muito
feliz aonde estiver.
Um Grande Abraço
Maria Helena Simon
quinta-feira, 12 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
HOMENAGEM PARA TODAS AS MÃES
Para todas as mães: brancas, pretas, alegres, tristes, sofridas, perdidas, envelhecidas, esquecidas, abandonadas, em fim, toda mulher que gerou no seu ventre uma nova vida.
Que Deus as abençoe e derrame sobre todas elas, copiosas bênçãos.
Nossa Mãezinha do Céu, Mãe do puro amor, abençoa todas as mães, acalente o coração das mães tristes e ensine as mães alegres a dividir sua alegria com as demais.
domingo, 28 de novembro de 2010
FILME: APARECIDA - O MILAGRE
DIA 17 DE DEZEMBRO LANÇADO O FILME:
O MILGARE
Aparecida - O Milagre estreia dia 17 de dezembro nos cinemas - 26/11/2010 - 16:30
Um empresário em crise e desesperado com um grave acidente do filho é tocado pela graça de um milagre de Nossa Senhora Aparecida que lhe restitui a fé e a possibilidade de um acerto de contas com o passado, com a família e, sobretudo, consigo mesmo. Desesperado diante da perda, Marcos – interpretado por Murilo Rosa - revive também a história do surgimento da Padroeira do Brasil. A partir desse encontro, sua conversão terá conseqüências surpreendentes e emocionantes. Com direção de Tizuka Yamasaki, Aparecida - o Milagre, será lançado dia 17 de dezembro. Filmado ao longo de seis semanas em São José dos Campos e em Aparecida, o filme tem cenas no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, que recebe a visita de nove milhões de devotos por ano.
O MILGARE
Making of: Aparecida - O Milagre por Aparecidaofilme no Videolog.tv.
Aparecida - O Milagre estreia dia 17 de dezembro nos cinemas - 26/11/2010 - 16:30
Um empresário em crise e desesperado com um grave acidente do filho é tocado pela graça de um milagre de Nossa Senhora Aparecida que lhe restitui a fé e a possibilidade de um acerto de contas com o passado, com a família e, sobretudo, consigo mesmo. Desesperado diante da perda, Marcos – interpretado por Murilo Rosa - revive também a história do surgimento da Padroeira do Brasil. A partir desse encontro, sua conversão terá conseqüências surpreendentes e emocionantes. Com direção de Tizuka Yamasaki, Aparecida - o Milagre, será lançado dia 17 de dezembro. Filmado ao longo de seis semanas em São José dos Campos e em Aparecida, o filme tem cenas no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, que recebe a visita de nove milhões de devotos por ano.
domingo, 24 de outubro de 2010
MARIA SANTÍSSIMA NA BÍBLIA

Que a Santa Mãe do Divino Salvador tenha recebido de Deus prerrogativas que Lhe são exclusivas, é verdade que se deduz de várias passagens da Bíblia.
Note-se desde já que a Bíblia abre-se e se fecha (Gên. 3,15 - Apoc.12,1) sob o signo da Mulher vitoriosa e bendita, sempre em luta com o dragão.
a) “Porei inimizade entre ti e a Mulher, e entre a tua descendência e a dEla. Ela te esmagará a cabeça, e tu tentarás ferir o seu calcanhar”. (Gên. 3,15)
COMENTÁRIO: o texto acima é a 1ª profecia da vinda do Salvador feita por Deus logo após a queda de nossos primeiros pais. Nele, ao grupo dos vencidos (Adão e Eva) Deus contrapõe o grupo dos vencedores (Jesus e sua Mãe). - A “descendência da mulher” (no original: sêmen, prole), é, num 1º plano, Jesus Cristo; e, num 2º plano, são todos os remidos que correspondem à graça da Redenção. - O termo "Ela", como sujeito de “esmagará”, se refere diretamente à "prole", a Jesus. Mas, será através da natureza humana de Cristo, recebida de Maria, que o poder de Satã será quebrado por Cristo unido à sua Mãe. Logo, também Ela, a "Mulher invicta" desta profecia, com o seu Filho, quebrará a cabeça de Satã. - O termo "inimizade" indica a incompatibilidade absoluta entre Cristo e sua Mãe de um lado, e Satã e os seus aliados, do outro; indica ainda a vitória completa de ambos sobre o Maligno.
b) Dois textos de Isaías:“Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um Filho, o Emanuel (Deus conosco)”. (Is. 7,14) “Nasceu-nos um menino ...Ele será Deus forte ...”. (Is. 9,5)
c) Outros textos de S. Lucas:“Ave, ó cheia de graça...” (Lc. 1,28);“...darás à luz um Filho, e Lhe porás o nome de Jesus; (...) Ele será Filho do Altíssimo” (Lc. 1,32); e "Filho de Deus" (Lc. 1,35); "Bendita és tu entre as mulheres; ( ...) donde me vem a dita de vir a mim a Mãe de meu Senhor?". (Lc. 1,42-43)
- Esses textos sagrados destacam as várias grandezas singulares de Nossa Senhora:
3 - A Maternidade Divina: É evidente:
1º) No texto “a”, a descendência da Mulher (sêmen, prole) é, no 1º plano, Jesus Cristo. E então a “mulher singular" da profecia é a sua verdadeira Mãe. E como Cristo é Deus, Ela pode e deve chamar-se Mãe de Deus.
2º) Confirma-se isso com os textos da letra “b” (Is. 7,14), pois “a Virgem” é predita aí como a verdadeira Mãe do Emanuel (Deus conosco), portanto, Mãe de Deus.
3º) O mesmo afirmam os textos da letra “c” (Lc. 1,31-32;1,42-43), pois aí se declara que Maria Santíssima é a verdadeira Mãe "do Filho do Altíssimo”, “do Filho de Deus” e a "Mãe de meu Senhor”.
Podemos e devemos chamar a Virgem Maria “Mãe de Deus” porque o objeto-termo de toda maternidade é a pessoa. Não se diz que a mãe é mãe da natureza do filho, mas da sua pessoa. E a Pessoa, em Cristo, é a 2ª da Santíssima Trindade, o Filho de Deus. Na Virgem Maria se realiza, pois, este mistério: ser Ela, ao mesmo tempo, "Mãe de Deus e de Deus filha". Ela participa do mistério do seu Filho que é "Deus e Homem ao mesmo tempo".
Maternidade espiritual - também. De fato, como no 2º plano, aquela "Mulher" é Mãe da "prole" também no sentido de "descendência", Maria Santíssima é Mãe espiritual dos remidos. O que o próprio Jesus na Cruz confirmou, na pessoa de São João, ao dizer à sua Mãe: "Mulher, eis aí o teu filho". São João, então, representava a todos os remidos.
Medianeira - também. Realmente, como Deus deu às mães, como ofício próprio da maternidade, prover o alimento dos filhos, assim Cristo, ao dar à sua Santa Mãe o ofício da maternidade espiritual, deu-Lhe também todas as graças necessárias para a salvação de seus filhos espirituais. Senão esse título seria meramente nominal. Ela é, pois, Medianeira de todas as graças de Cristo para nós.
A Imaculada Conceição - Essa prerrogativa é conseqüência da primeira. Destinada a ser Mãe verdadeira e virginal de Cristo-Deus, não podia Ela ter contato com o pecado. Ademais, se a alguém fosse dado poder escolher a própria mãe, não escolheria a mais virtuosa, a mais pura, a mais santa? E Jesus não só pôde escolher a Sua Mãe, mas criá-lA, pois é Deus. Ele A fez, pois, imaculada, isenta de toda a culpa original. É a razão de conveniência.
O ofício de Corredentora - Também está contida no texto de Gên. 3,15 a verdade de que aquela Mulher invicta, posta por Deus em total inimizade com o Demônio, ia participar de todos os sofrimentos e lutas do futuro Redentor. De fato, a Virgem Maria participou da Paixão de Jesus no grau máximo, sofrendo em união com Ele as dores mais atrozes, oferecendo-O a Deus Pai como Vítima por nós. Ela sacrificou-Lhe também o direito natural de Mãe sobre o próprio Filho. Todos esses sacrifícios já estavam incluídos na aceitação da maternidade divina. Ela cooperou voluntariamente para nossa Redenção.
A Assunção corpórea ao céu - A vitória de Cristo sobre Satã, o pecado e a morte foi realizada na Paixão e Morte na Cruz, mas se tornou completa e patente com a sua Ressurreição e Ascensão ao Céu. Ora, o texto do Gênesis associa inseparavelmente o Messias e a sua Mãe na mesma luta e na mesma Vitória final e completa. Ora, a vitória de Maria Santíssima não seria completa se o seu corpo imaculado e virginal tivesse ficado sujeito à corrupção do sepulcro. Jesus Cristo não o permitiu, mas A elevou ao Céu em corpo e alma, no fim de sua vida. Assim cumpriu-se plenamente aquela magnífica profecia.
RESPONDENDO OBJEÇÕES
Os protestantes não cessam de injuriar a Jesus, rebaixando a sua Santa Mãe à condição de uma mulher comum, pela interpretação errônea que dão a alguns textos.
Vejamos na Bíblia como isso é falso: - No encontro de Jesus no Templo, Ele não argüiu a Sua Mãe de não saber que Ele“devia cuidar dos interesses de seu Pai”. (Lc. 2,49) Não era esse o sentido das suas palavras no contexto. Era antes o seguinte: "Não sabeis que devo estar no que é de meu Pai ?" (sentido literal) Assim, era normal que sua Mãe entendesse a resposta no sentido de "ficar morando no Templo", a exemplo de Samuel. Por isso, em Lc. 2,50 lemos: "Eles não entenderam o que Jesus lhes dissera".
Em Caná, a Mãe de Jesus Lhe informou ter acabado o vinho para os convidados. Jesus respondeu usando a expressão semítica (da língua hebraica): “Mulher, que há entre mim e ti?“ E acrescentou: “A minha hora ainda não chegou”. (Jo.2,4)
Em Caná é claro o sentido de pleno acordo quanto ao fato da providência solicitada (o milagre), com pequena restrição quanto à sua oportunidade. Daí Jesus dizer:“a minha hora ainda não chegou”. Mas antecipou essa hora, e fez o milagre, atendendo a intenção caritativa de sua Santa Mãe.
Quanto ao apelativo “Mulher”, dizem os peritos da língua que Jesus falava, o aramaico, que tem um sentido respeitoso equivalente a “Senhora”. E que dizer do acento de respeito desta palavra na boca de Jesus ao dirigir-se à sua Santa Mãe! Sobretudo no contexto de Caná e da Cruz. Jesus, o melhor dos Filhos, deve ter-Se dirigido à sua santa Mãe com acentuado carinho e respeito filiais. Nesse contexto, tal apelativo lembra ainda a "Mulher" da profecia do Gênesis. (3,15) Então, Jesus Se projeta ao lado de sua Mãe como dando cumprimento àquela profecia.
Por fim, Jesus pregava numa casa cheia de gente. Avisam-Lhe que lá fora estão sua Mãe e os seus (chamados) irmãos. (primos-Ver “F. C. nº 12) Jesus responde:"Minha Mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática". (Lc. 8,21) É claro que Jesus não está negando à sua Santa Mãe a honra de ser a primeiríssima entre os ouvintes e praticantes da palavra de Deus, antes o supõe, e é seu principal título de glória. O mesmo se diga de Lc.11,27-28.
Verdadeira Mãe de Deus, MARIA
Vejamos agora como a Santíssima Virgem é realmente Mãe de Deus. Para que uma mulher possa dizer-se verdadeiramente mãe, é necessário que subministre à sua prole, por via de geração, uma natureza semelhante (ou seja, consubstancial) à sua.
Suposta esta óbvia noção da maternidade, não é tão difícil compreender de que modo a Virgem Santíssima possa ser chamada verdadeira Mãe de Cristo, tendo Ela subministrado a Cristo, por via de geração, uma natureza semelhante à sua, ou seja, a natureza humana.
A Escritura nos diz expressamente que Maria é a Mãe de Jesus: “Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo”, (Mt. 1,16). “Estavam junto à cruz de Jesus, sua Mãe…” (Jo. 19,25) “Com Maria, a Mãe de Jesus…” (At. 1, 14). Jesus nos é apresentado como concebido pela Virgem (Lc. I, 31) e nascido da Virgem (Lc. II, 7-12).
Mas, Jesus é verdadeiro Deus, como resulta do seu próprio e explícito testemunho, confirmado por milagres, pela fé apostólica da Igreja, pelo testemunho de São João, etc. Para se poder negar sua divindade, não há outro caminho senão rasgar todas as páginas do Novo Testamento.
Ora, se Maria é verdadeira Mãe de Jesus e Jesus verdadeiro Deus, segue-se necessariamente que Maria é verdadeira Mãe de Deus. São Paulo ensina explicitamente que, “Chegada à plenitude dos tempos, Deus mandou seu Filho, feito de uma mulher”. (Gal. IV, 4). Por estas palavras, manifesta-se claramente que Aquele que foi gerado desde toda a eternidade pelo Pai é o mesmo que foi depois gerado no tempo pela Mãe; mas aquele que foi gerado desde toda a eternidade pelo Pai é Deus, o Verbo. Portanto, também o que foi gerado no tempo pela Mãe é Deus, o Verbo.
Ainda mais clara e explícita é a expressão de Santa Isabel. Respondendo à saudação que Maria lhe dirigiu, Santa Isabel, inspirada pelo Espírito Santo disse cheia de admiração: “E como me é dado que a Mãe de meu Senhor venha a mim?” (Luc. I,43).
A expressão meu Senhor é, evidentemente, sinônimo de Deus, pois que, em seguida, Isabel acrescenta: “Cumprir-se-ão em Ti todas as coisas que te foram ditas da parte do Senhor”, ou seja, da parte de Deus. Isabel, portanto, inspirada pelo Espírito Santo, proclamou explicitamente que Maria é verdadeira Mãe de Deus.--------------------------------------------------------------------------------
O sim de Maria veio acompanhado de uma declaração de humildade: "Sou a serva do Senhor" (Lc 1,38). Volto a citar São Bernardo: "Que sublime humildade é esta que não soube ceder às honras e não sabe orgulhar-se na gloria! É escolhida para ser a Mãe de Deus e se proclama a serva. É certamente sinal de grande humildade não se esquecer de ser humilde quando é oferecida tamanha glória. Não é grande coisa mostrar-se humilde quando se é desprezado; ao contrário, é virtude insigne e rara ser humilde quando se é honrado".
Suposta esta óbvia noção da maternidade, não é tão difícil compreender de que modo a Virgem Santíssima possa ser chamada verdadeira Mãe de Cristo, tendo Ela subministrado a Cristo, por via de geração, uma natureza semelhante à sua, ou seja, a natureza humana.
A Escritura nos diz expressamente que Maria é a Mãe de Jesus: “Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo”, (Mt. 1,16). “Estavam junto à cruz de Jesus, sua Mãe…” (Jo. 19,25) “Com Maria, a Mãe de Jesus…” (At. 1, 14). Jesus nos é apresentado como concebido pela Virgem (Lc. I, 31) e nascido da Virgem (Lc. II, 7-12).
Mas, Jesus é verdadeiro Deus, como resulta do seu próprio e explícito testemunho, confirmado por milagres, pela fé apostólica da Igreja, pelo testemunho de São João, etc. Para se poder negar sua divindade, não há outro caminho senão rasgar todas as páginas do Novo Testamento.
Ora, se Maria é verdadeira Mãe de Jesus e Jesus verdadeiro Deus, segue-se necessariamente que Maria é verdadeira Mãe de Deus. São Paulo ensina explicitamente que, “Chegada à plenitude dos tempos, Deus mandou seu Filho, feito de uma mulher”. (Gal. IV, 4). Por estas palavras, manifesta-se claramente que Aquele que foi gerado desde toda a eternidade pelo Pai é o mesmo que foi depois gerado no tempo pela Mãe; mas aquele que foi gerado desde toda a eternidade pelo Pai é Deus, o Verbo. Portanto, também o que foi gerado no tempo pela Mãe é Deus, o Verbo.
Ainda mais clara e explícita é a expressão de Santa Isabel. Respondendo à saudação que Maria lhe dirigiu, Santa Isabel, inspirada pelo Espírito Santo disse cheia de admiração: “E como me é dado que a Mãe de meu Senhor venha a mim?” (Luc. I,43).
A expressão meu Senhor é, evidentemente, sinônimo de Deus, pois que, em seguida, Isabel acrescenta: “Cumprir-se-ão em Ti todas as coisas que te foram ditas da parte do Senhor”, ou seja, da parte de Deus. Isabel, portanto, inspirada pelo Espírito Santo, proclamou explicitamente que Maria é verdadeira Mãe de Deus.--------------------------------------------------------------------------------
O sim de Maria veio acompanhado de uma declaração de humildade: "Sou a serva do Senhor" (Lc 1,38). Volto a citar São Bernardo: "Que sublime humildade é esta que não soube ceder às honras e não sabe orgulhar-se na gloria! É escolhida para ser a Mãe de Deus e se proclama a serva. É certamente sinal de grande humildade não se esquecer de ser humilde quando é oferecida tamanha glória. Não é grande coisa mostrar-se humilde quando se é desprezado; ao contrário, é virtude insigne e rara ser humilde quando se é honrado".
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